Thiago Braz está no grupo dos candidatos ao pódio no salto com vara. Algo parecido com que ele era antes da Rio 2016 e, lá, ele conquistou o ouro. A medalha deve girar na casa dos 5,95m, marca que ele não atingiu nesse ciclo. Há boas chances, mas Thiago não é um dos três favoritos. Flavia Saraiva, ainda se recuperando da lesão no tornozelo, disputa a final da trave, na qual ela está no grupo das "que podem surpreender". A trave é um aparelho que tem muitas surpresas, por conta das inúmeras quedas. No boxe, um dia decisivo. Três lutas: Abner Teixeira, até 91kg, faz a semifinal contra o tetracampeão mundial Julio Cesar Cruz, em um combate difícil. Aí, Wanderson Oliveira, até 63kg, e Beatriz Ferreira, até 60kg, lutam as quartas de final com o objetivo de ir à semi e garantir um pódio. Beatriz é muito favorita na luta dela, enquanto Wanderson enfrenta Andy Cruz, outro cubano super laureado. O futebol masculino tenta uma vaga na final contra o México, enquanto Ana Patrícia/Rebeca tenta um lugar na semi do vôlei de praia feminino diante de uma dupla da Suíça. Por fim, o vôlei masculino joga com o Japão por um lugar na semi. A previsão de medalhas, feita antes das Olimpíadas, colocava o Brasil, ao término deste 10 dias de Olimpíadas, com dois ouros, duas pratas e seis bronzes. Nos resultados "reais", o Brasil está com dois ouros, três pratas e cinco bronzes. Ou seja, o Brasil está no caminho certo para atingir as 20 medalhas e bater o recorde histórico de pódios (19, na Rio 2016). A projeção é de 6 ouros, 5 pratas e 9 bronzes. Para bater o recorde histórico de ouros (sete, na Rio 2016) o Brasil precisa ter um ouro a mais que a projeção inicial. Fonte: GE