Os preços que mais subiram no ano passado foram: Quando chega no caixa, o valor total é sempre um susto. O aposentado Paulo Alberto Martins já enfrenta as consequências. O supervisor de disseminação de informações do IBGE, Adjalma Nogueira, informou que o índice inflacionário de 2021 foi o maior desde 2015. No Amazonas, o cálculo inflação acompanha o nacional, e, segundo Adjalma, impacta principalmente aquelas pessoas que não possuem rendimento fixo, vivendo de ganhos esporádicos. Em 2020, um dos vilões da inflação foi o óleo de soja . O preço chegou a dobrar (+103%) naquele ano, em relação a 2019. No ano passado, no entanto, o produto teve uma alta bem menor, de 4,16%, mas ainda assim continua caro para o consumidor. Por outro lado, os preços do arroz e do feijão recuaram. Depois de uma alta de 76% em 2020, o arroz ficou 16,88% mais barato em 2021. O feijão teve uma queda de 8,12%. Para a empresária, a saída é abrir mão de certos itens. "Mesmo pegando só o essencial, ainda falta algumas coisinhas. A gente acaba olhando, mas olha pra carteira e não dá, não cabe no orçamento", lamentou.