Após troca de pontos até o placar apontar 6 a 6, a Austrália encaixou a marcação e abriu 11 a 6. A oitava versão do Dream Team dependia muito de Kevin Durant, o que não foi suficiente para igualar as ações e o período terminou 24 a 18. Os australianos seguiram trocando a marcação e dificultando as ações dos EUA no período seguinte e passaram a passear em quadra. Com aproveitamento de chutes de três pontos que superavam os 60%, a Austrália abriu 13 pontos quando o placar apontou 44 x 31. Os americanos acordaram, passaram a dominar os rebotes defensivos e ofensivos, e foram soberanos nos quatro minutos finais. Duas bolas de três entraram, KD chegou aos 15 pontos no primeiro tempo e por pouco os Estados Unidos não levou a partida empatada para o intervalo. Jayson Tatum teve arremesso de três sem marcação no soar do relógio, mas parou no aro: 45 x 42. Os americanos aproveitaram a queda de rendimento da Austrália, mantiveram o ritmo na volta do intervalo e decidiram a partida. Com muitos erros ofensivos, os australianos foram minando a própria confiança, enquanto os Estados Unidos eram praticamente perfeitos. Kevin Durant colocou o jogo no bolso e parcial de dez minutos foi um incrível 32 a 10. O quarto final passou a ser protocolar quando o placar apontava 74 a 55. Os dez minutos finais foram disputados em ritmo de treino, com as duas equipes já poupando seus jogadores para a rodada final de sábado. Sem forças para correr atrás do placar, a Austrália passou a rodar o time pensando na disputa do inédito bronze, que a equipe deixou escapar em quatro ocasiões. Os EUA deram descanso para Kevin Durant, colocaram reservas em quadra, mas mantiveram o nível e a diferença: 97 a 78, placar final. Fonte: GE