O g1 entrou em contato por e-mail às 6h50 desta terça-feira (26) com a assessoria de imprensa da plataforma questionando como é feita a verificação dos conteúdos e o que pode acontecer caso sejam feitas novas denúncias de informações falsa, mas não teve retorno até a última atualização dessa reportagem. A Câmara informou que os conteúdos considerados impróprios são apresentados pelo YouTube de forma genérica. Com isso, não é possível saber com exatidão que declarações foram denunciadas e nem quem é a pessoa que disse a informação apontada como inverídica. A Casa disse que está tomando as providências para cumprir os regulamentos das redes sociais, mas garantindo o livre exercício dos mandatos parlamentares. Durante o período de suspensão do canal, as sessões serão transmitidas no canal Escola do Legislativo, também no YouTube. Fonte: G1