Amazonas – O vice-governador do Amazonas, Tadeu de Souza, teve atuação de destaque ao longo de 2025 ao defender, na imprensa nacional, os interesses do estado e da população amazônica. Em balanço divulgado nas redes sociais nesta terça-feira (30), Tadeu ressaltou a série de artigos assinados por ele e publicados em veículos de grande circulação no país, como Veja, CNN Brasil, Poder360 e Gazeta do Povo.
Nos textos, o vice-governador expõe a realidade enfrentada pelo Amazonas e critica a ausência de políticas públicas do governo federal, especialmente nas áreas de segurança pública e infraestrutura, que, segundo ele, precisam ser pensadas a partir das particularidades da região.
“Não somos invisíveis, e sim a riqueza da nação. O Amazonas está no centro do debate nacional. Fiz a defesa permanente do nosso estado e da nossa gente, escrevendo com firmeza sobre infraestrutura, segurança pública e respeito à nossa realidade”, afirmou Tadeu.
Entre os artigos destacados, está o publicado na revista Veja, no qual o vice-governador aborda o uso dos rios amazônicos como rotas estratégicas para o tráfico de drogas. No texto, Tadeu argumenta que o enfrentamento ao crime organizado não será eficaz enquanto não atingir o eixo financeiro das organizações criminosas, classificando ações isoladas como “enxugar gelo”.
Para ele, a Amazônia não deve ser tratada como um entrave ao desenvolvimento nacional, mas como uma região estratégica para o futuro do país. “A Amazônia não é o problema. É a fronteira decisiva para o Brasil provar que desenvolvimento e segurança podem, enfim, navegar na mesma direção”, escreveu, em tom de cobrança ao Palácio do Planalto.
Outro ponto recorrente nos artigos é a situação da BR-319, rodovia que deveria ligar Manaus ao restante do país. A estrada segue enfrentando entraves no licenciamento ambiental, especialmente no chamado “trecho do meio”, que se torna intrafegável durante o período do inverno amazônico.
Segundo o vice-governador, a falta de uma solução definitiva para a BR-319 aprofunda o isolamento do Amazonas e gera impactos diretos na segurança e no desenvolvimento da região. “Deixar a BR-319 intransitável é condenar o Amazonas a um ciclo de exclusão. Sem ela, a fiscalização enfraquece, o acesso a políticas públicas é comprometido e práticas ilegais prosperam. Onde o Estado não chega, o crime ambiental se instala”, alertou.
Com a publicação dos artigos em veículos de alcance nacional, Tadeu de Souza reforça o protagonismo do Amazonas no debate público brasileiro e amplia a pressão por políticas estruturantes que considerem a realidade social, econômica e geográfica da região.
